A
propósito da encenação e adaptação de Bovary, por Tiago Rodrigues, estreada no
Festival Alkantara, afirma António Pinto Ribeiro (no texto “Como abordar um
clássico”, publicado no Ípsilon a 4 de Julho), que “o romance era logo no
início ‘despachado’ numa síntese feita com alguma caricatura”.
sábado, 19 de julho de 2014
segunda-feira, 5 de maio de 2014
BRUNO PERNADAS: How can we be joyful in a world full of knowledge
Numa entrevista em que recorda um encontro que teve com Jimi Hendrix dois anos antes dele morrer, Joni Mitchell diz que a “primeira mudança” é o momento mais difícil na carreira de um músico.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Andrei Platónov: Djan ou a alma
O
socialismo no deserto: a mais horrível aventura humana precisa do mais belo escritor para ser relatada.
Vladimir Zazúbrin: O Tchekista
A
vergonha do carrasco podia ser o subtítulo desta crónica
da tomada de consciência de um funcionário do terror, pelo primeiro escritor
soviético
Tomás da Fonseca: Religião, república, educação
"O diabo em pé" odiava a fornicação entre Estado e Igreja. Pagou
por isso.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
DF Wallace: Infinite jest em tradução
Salvato Telles Menzes e Vasco Menezes, pai e filho, estão a
traduzir uma piada, mas uma piada com mais de mil páginas. À razão de 5 páginas
por dia X 2, “Infinite Jest” de David Foster Wallace está a transformar-se em “A
piada infinita”.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Alexandra Lucas Coelho: E a noite roda
Depois dos relatos de viagem “Tahrir”
e “Viva México”, Alexandra Lucas Coelho volta a Portugal para apresentar “E a
noite roda”. É o seu primeiro romance, e é também um regresso ao Médio Oriente
e a Jerusalém, onde chegou a ser correspondente do Público. O que é que acontece
ao amor, num cenário de conflito, de muros e separações? E o que é que acontece
à experiência jornalística, quando é invadida pela paixão?
Manuel António Araújo: o rapaz que lia Rimbaud
O apocalipse de uma personagem sem libido por
mulheres, ou o calvário do sexo
Tomás da Fonseca: religião, república, educação
Portugal
já teve o seu Pussy Riot: odiava a fornicação entre Estado e Igreja: e pagou
por isso. Chamaram-lhe “o diabo em pé”
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Lady Gaga
[publicado originalmente no suplemento do Público P2, em apresentação ao concerto de Lady Gaga no Pavilhão Atlântico, em Lisboa]
Heroínas: ser mulher não basta
Uma exposição que é uma tomada de poder, primeiro simbólica,
depois definitiva, da mulher representada na pintura. Em “Heroínas” – no Museu
Thyssen, Madrid – os arquétipos do feminino herdados de um mundo de homens são
reunidos, revisitados, desconstruídos e reconstruídos para dar a ver a Cidade
das Mulheres.
Subscrever:
Mensagens (Atom)